quarta-feira, 21 de abril de 2010

QUEREMOS QUE APAREÇAM 2010


Nosso SEGUNDO ENCONTRO será em 11, 12 e 13 de JUNHO na FADALÂNDIA

O objetivo do encontro é dar uma RESPOSTA em grupo a mensagem -
A PERGUNTA :VOCÊS QUEREM QUE APAREÇAMOS ?

LEIA NOSSO MANIFESTO


Usaremos a idéia-chave do efeito Isaías, " que através da apresentação do evento desejado, juntamente com mergulho em emoções positivas sobre o evento, como pensar que já aconteceu, ele cria um impulso de energia poderoso que auxilia que seja manifestado no reino físico específico. As emoções da festa, alegria, amor e gratidão, agindo assim como um motor poderoso para a criação "através do pensamento."

Porque quase cinquenta anos de sigilo sobre a presença extraterrestre e os danos tremendos feitos para as sociedades humanas e a biosfera, através da eliminação de tecnologias alienígenas, a criação de "orçamentos", e de intimidação e silenciamento das testemunhas que desejam divulgar verdade, há uma necessidade urgente para acabar com o sigilo sobre a presença extraterrestre. Consequentemente, temos um evento global para o primeiro contato "show" para trazer a abertura, transparência, verdade e democrático de tomada de decisão sobre a forma como eles devem lidar com a presença extraterrestre oficialmente.

VOCÊ PODE PARTICIPAR EM QUALQUER LUGAR QUE ESTIVER VISUALIZANDO NOS DIAS 11, 12 E 13 DE JUNHO, NÓS ESTAREMOS EM GRUPO VISUALIZANDO 3 VEZES AO DIAS NA FADALÂNDIA

Visualização: Imagine luz nave alienígena suspensa no topo de cada cidade do planeta por um período de tres e tres noites. As naves realizam jogos de luzes que indicam saudação universal de paz, alegria e fraternidade. NAVES emitem sons da natureza, como as canções de baleias, o que indica um reconhecimento universal de cetáceos como uma forma inteligente de vida que tem sido a comunicação com raças alienígenas. A visualização deve ser feita de uma forma que resulta em emoções positivas, como alegria, amor, comemoração. A visualização pode ser mudada na maneira que os inspirar individualmente para comemorar o primeiro contato como uma nova era para a humanidade. Começaremos no dia 11 as 9, 12 e 18 horas, em cada fuso horário, criando uma onda de energia da consciência, que corre ao redor do planeta. O tempo da vizualização deve ser de cinco a dez minutos.




http://anjodeluz.net/efeito_isaias.htm

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

MEDICINA EXTRATERRESTRE

MEDICINA EXTRATERRESTRE

A Dra. Mônica de Medeiros é médica cirurgiã, formada pela Unicamp, com mestrado na University of Illinois At Chicago, fundadora e presidente da Casa do Consolador entidade filantrópica universalista, mestra reikiana.

Doutora Mônica, como começaram seus contatos com entidades extrafísicas e como elas foram se desenvolvendo? A mediunidade está presente em quase todos os membros de minha família e tive a felicidade de nascer num lar onde estas manifestações eram compreendidas. Minha lembrança mais antiga está ligada ao meu avô paterno, João, que era o centro do meu universo aos cinco anos. Como qualquer criança da época, à tarde eu dormia. Numa dessas tardes, sonhei com meu avô num caixão. Acordei chorando e, infelizmente, ele veio mesmo a falecer 30 dias depois. Sentia muita falta dele e, para minha alegria, poucas semanas depois de seu desencarne, ele começou a me visitar à noite. Foram poucos encontros, mas diminuíram a tristeza que sua ausência me causava. Na última noite em que ele veio, disse-me que não poderia mais me ver por um tempo, mas que um amigo dele viria para continuar a conversar comigo. Poucas noites depois, acordei de madrugada com minha tia Iracema dormindo na cama ao lado da minha, quando vi um ser todo branco com grandes olhos cinzentos, em posição que hoje entendo ser a de um iogue, como se estivesse voando acima do pé de minha cama.

O que a senhora imaginou que fosse aquela figura e que sensações teve ao vê-la? Achei que fosse o Gasparzinho, porque lembrava muito o personagem dos gibis da época. Ele levantou a mão como os índios faziam para saldar nos filmes do Rin-tin-tin, e me disse que era o tal amigo do meu avô. Disse, ainda, que iria continuar minha preparação. Entre muitas coisas, me mostrou as cidades da Terra num futuro próximo, com viadutos e prédios imensos de vidro, incríveis para mim naquele tempo, e os eventos que poderiam ocorrer no planeta a partir de determinada época. Foram muitas noites seguidas de encontro com meu amiguinho Gasparzinho – eu o chamava assim –, que muitas vezes me mostrou uma estrela no céu, dizendo que era sua casa. No último encontro, ele me perguntou se eu queria mesmo ser médica. Conforme minha família, eu dizia isso desde os meus três anos. Ao ouvir de mim que sim, disse-me que eu deveria construir um hospital para os pobres. Falou, então, que precisava ir embora e que eu jamais me esqueceria das coisas que ele me mostrara. Para minha surpresa, pela primeira vez, meu amiguinho atravessou a janela de meu quarto e desapareceu. Nunca mais o vi ou soube dele. Meses depois, logo que um primo nasceu, acordei sendo deitada em minha cama por um ser baixinho, cinzento, de olhos grandes a quem chamei de Amiguinho.

Então a visão de seres passou a ser comum em sua vida desde a infância? Sim, e passei a falar com minha avó e tias sobre aquele e outros amiguinhos que voavam muito alto no céu e, naturalmente, meus parentes me levaram para um tratamento de desobsessão, na Federação Espírita de São Paulo. Mas minha clarividência e premonição foram se acentuando e criando problemas, porque eu estudava num colégio católico. Assim, na União Brasileira do Espiritismo, presidida pelo doutor Estanislau Franco, tive minha mediunidade fechada por muitos anos. Ao iniciar meu curso de medicina na Unicamp, comecei a ver espíritos no hospital. Mesmo assim, optei por minha formação profissional, somente voltando a pensar no exercício da mediunidade depois de retornar da minha especialização, em Chicago.

Sua sensitividade teve algo a ver com sua escolha profissional? Francamente, não. Amo a ciência médica e a arte de curar. Não me imagino fazendo nada diferente de estar junto de quem sofre e procurando ajudar. Sempre desejei ser útil, e medicina e mediunidade têm tudo a ver com esta premissa. Mas, para ser honesta, de uns anos para cá penso muito no por que de ter escolhido a cirurgia, se especialidades como nefrologia, endocrinologia e cardiologia têm mais o meu perfil. Recentemente, numa regressão realizada por uma psicanalista paulistana especializada em abduzidos, que procurei porque estava tendo flashes de lembranças perturbadoras com grays [Cinzas], vi-me criança e de mão dada com um ser do tipo chamado Zylock, outro amiguinho meu da infância. Desde então, entendi que fui “programada” para ser cirurgiã. Naturalmente, minha especialidade dá respaldo científico aos trabalhos do Doutor Espanhol, um espírito de luz responsável pela corrente médica da Casa do Consolador, e da Shellyana, originária das Plêiades. Mas, principalmente, dá credibilidade a meu exercício mediúnico, porque sou muito cética. Não acredito em crer por crer. A fé, em minha concepção, tem que ser lúcida e resistir a perguntas.

A senhora teve algum problema profissional de compatibilidade entre as duas atividades, uma vez que, quando são praticadas em conjunto, normalmente não são vistas com bons olhos pelo Conselho Regional de Medicina? Não, não há porquê e faço questão de separar as coisas. Jamais imponho a meus pacientes minhas crenças. Nem as menciono, ainda que utilize meus conhecimentos energéticos para ajudar sempre que necessário. Na Casa do Consolador, não prometo curas, não dou consultas, sequer permito que me chamem de “doutora” lá, porque não acredito em formalismo. Sempre escrevemos em nossos impressos que o atendimento espiritual não exclui o médico material. Meus superiores sabem de minhas atividades mediúnicas, já se valeram delas algumas vezes para tratamento. Não desmereço meus colegas e respeito o Código de Ética Médica.

Explique melhor como surgiu a Casa do Consolador e com que objetivos? No centro médico onde me desenvolvi não havia ênfase em estudar e pesquisar. Assim, junto a outros companheiros e familiares, resolvemos fundar um grupo de estudo com as seguintes premissas: igualdade entre todos nós, busca incessante da verdade, horizontes amplos que não fossem estreitados por dogmas e prática da caridade espiritual e material, tanto quanto possível. No começo, tínhamos o atendimento da corrente do Doutor Espanhol, a Umbanda, desobsessão e escola de médiuns. Refiro-me à Umbanda original, como foi introduzida pelo médium Zélio de Moraes, em Niterói, no século passado, sem a miscigenação com o Candomblé. Com o tempo e a necessidade de crescermos em conhecimento, veio o Reiki e, com ele, os extraterrestres. Agora, a pedido destes, veio também o xamanismo.

Como é possível diferenciar um espírito desencarnado terrestre de um espírito ou ser de outra dimensão, que se diz extraterrestre? A vibração deles é completamente diferente. A princípio, a temperatura do ambiente cai vertiginosamente, mas não se tem a habitual sensação de medo peculiar a entidades trevosas, que podem provocar a mesma reação térmica. Para quem é clarividente, é fácil, porque os aspectos biológicos são diferentes, mesmo nas raças humanóides extraterrestres. Mas mesmo para quem não é, a percepção fluídica indica a origem diferente deles. A energia é mais rápida e intensa, como se nos tocasse mentalmente de uma forma superior. Quando estamos na presença de um espírito de luz, como dizemos, nos sentimos agasalhados, aconchegados. Isso não é percebido na presença de um extraterrestre de hierarquia superior. Talvez porque eles tenham uma presença emocional diferente da qual estamos habituados. Não que não sejam amorosos, mas não possuem a mesma freqüência com que essa energia que chamamos de amor se apresenta neste planeta. Além disso, a voz deles é bem metálica. Pessoalmente, a distinção que faço é energética. Com o tempo e a habituação, a sensação térmica tende a diminuir muito, embora não desapareça, mas a percepção vibratória diferenciada permanece.

Como e quando começou sua aproximação da entidade extraterrestre que se apresenta como Shellyana para promover trabalhos de cura? Em setembro de 2003, em uma viagem a Phoenix, Arizona, em uma vila da etnia Hopi, minha irmã Regina e eu nos deparamos com um ser desencarnado de aparência indígena que vestia um traje branco com a Constelação de Órion desenhada no peito. Ele nos saudou com a mão direita e nos disse que iria começar nossa iniciação. Tivemos sonhos esquisitos, mas ficou por isso mesmo. Em novembro daquele mesmo ano, na leitura do evangelho lá em casa, na hora da mensagem do mentor, um ser que se apresentou como Visnhar, dizendo-se originário de uma estrela distante, passou-nos uma mensagem de introdução de seres das estrelas que gostariam de trabalhar conosco. O interessante é que todos o viram e o descreveram da mesma forma.

A senhora nunca tinha tido contato com este ser antes? Não, e Visnhar se tornou uma presença freqüente, mas apenas nos evangelhos. De qualquer forma, combinamos de nada falar sobre isso na Casa do Consolador, para evitar problemas. Já em março de 2004, na preparação que os médiuns fazem para o trabalho de Umbanda, quando fui fazer a prece para subirmos para o salão de atendimento, senti um envolvimento muito forte e não consegui impedir – o que não é normal para mim – uma mensagem de alerta de um ser que se identificou como Akenathon, e que terminou dizendo se tratar de um ser das estrelas. Não comentamos o assunto e subimos. Para meu terror, quando eu ia começar a falar aos assistentes sobre o trabalho daquela noite, ele voltou e fez a mesma coisa. Dias depois, tomando banho em casa, com a porta do meu banheiro aberta para poder acudir minha tia Iracema, um encanto de 85 anos, dependente física, escutei minha cadela beagle latir e uivar de forma diferente. Desliguei o chuveiro, me enrolei na toalha e saí correndo para ver o que estava acontecendo. Deparei-me com um ser humanóide feminino.

Como era esta nova entidade que lhe apareceu? Tinha uns 2,3 m de altura, pele clara, olhos imensos claros, boca muito pequena, usando um traje cinza. Ela me saudou com a mão direita e eu disse a frase mais inteligente de minha vida: “Abdução de toalha, não!” Ela, sem sorrir, me disse se chamar Shellyana e que era das Plêiades. Vinha me propor, nas palavras dela, “uma forma de cura para meu povo em troca de minha divulgação da presença do povo dela aqui e o porquê disso”. Como eu concordei, ela me disse que tinha que atender a três pré-requisitos. Primeiro, não comer carne de forma alguma, o que foi fácil, já que eu quase não comia. Segundo, não ingerir qualquer bebida à base de cola [Coca-Cola, Pepsi-Cola etc], que era meu vício. E terceiro, falar deles onde fosse chamada, se eles concordassem. Nosso trabalho vem, então, desde essa época. Isso quase destruiu a Casa, porque os médiuns mais velhos e experientes acharam que eu estava obsediada ou maluca. Estes médiuns se afastaram, bem como boa parte dos assistentes. Em dezembro, na Festa da Praia, que realizamos todos os anos, no primeiro sábado, Akenathon havia me dito que eles iriam se mostrar para todos. Estávamos em 189 pessoas em Peruíbe, no litoral de São Paulo, por volta da meia-noite, já encerrando o trabalho, quando vimos muitas naves no céu. Se mostraram em movimento coordenado, com formação de sinais que afastavam qualquer possibilidade de serem balões ou outros artefatos terrestres. Fomos 189 testemunhas por longos e maravilhosos minutos de que eles eram realidade e não uma loucura minha. Eles salvaram a Casa e, hoje, quem lá trabalha convive com eles e quem freqüenta, também.

Existem outros seres extraterrestres ativos na Casa do Consolador, além dela? Sim, e vários deles trabalham lá hoje, tanto nas cirurgias que chamamos de transdimensionais, através do doutor Américo Canhoto e de Alfredo Nahas, como no suporte sem acoplamento, como o antariano Yamacay, por exemplo, nos trabalhos de xamanismo.

Quando a senhora incorpora ou recebe influências da pleiadiana Shellyana, para prestar atendimento médico-espiritual, está sempre consciente, em transe mediúnico ou em um estado intermediário entre ambos? Minha mediunidade de incorporação é semiconsciente, o que significa que estou ciente de tudo o que acontece durante o transe mediúnico, mas que retenho bem pouco do ocorrido, depois dele. Dá-se o mesmo com a Shellyana, mas com uma diferença importante, nosso acoplamento não apenas permite como ela me incentiva a atuar energeticamente. Assim, tomo parte bem ativa e aprendo novas técnicas energéticas de cura. É mais uma simbiose mental-energética.


Um planeta do aglomerado estelar das Plêiades, na Constelação do Touro, seria a origem de Shellyana, a entidade extraterrestre que auxilia as curas na Casa do Consolador

Qual a diferença entre as cirurgias espirituais “convencionais”, digamos assim, e o trabalho da Shellyana? É bem distinto o tipo de procedimento. Nas cirurgias espirituais realizadas pelo Doutor Espanhol existe uma atuação no perispírito do paciente, no órgão perispiritual doente, cujo reflexo no corpo físico caracteriza a doença. As técnicas cirúrgicas são bem parecidas com as utilizadas na terceira dimensão, ainda que sejam utilizados “instrumentos espirituais” que ainda não dispomos aqui. Além disso, existe um limite que é o karma do paciente. Já a cirurgia transdimensional, executada sob o comando de extraterrestres, se dá a nível atômico, ou subatômico, uma vez que eles movimentam a energia parada nos corpos multidimensionais, atuando diretamente sobre os elétrons. Ao energizarem a região lentificada, que é a doença, induzem a uma sensação de cura muito rápida e esta energia extra permanece tanto quanto o paciente se permite. Contudo, em ambos os casos, o paciente é convidado à autocura através do autoconhecimento.

Existe alguma interação entre as entidades que atuam na área de cura na Casa do Consolador e aquela que se apresenta como Shellyana? Total interação. O Doutor Espanhol, por exemplo, tem grande integração com a Shellyana e vice-versa. Atualmente, temos percebido a utilização de certos instrumentos dela nas cirurgias dele. Um arcturiano chamado Kelps, que acopla uma abduzida já tratada por Gilda Moura [Consultora da Revista UFO] e a Ângela Cristina De Paschoal, fez um treinamento em medicina dos terrícolas com o Doutor Espanhol, e eles operam juntos até hoje.

Qual é o limite de eficiência que pode ser esperado pela cirurgia espiritual, ou outras que só podem ser entendidas do ponto de vista metafísico? Ela cura deformidades congênitas, traumatológicas, câncer etc. Ou não existem limites? O limite está no paciente, ou melhor, em seu karma. Nós fomos treinados para crer na dor como forma de expiação. Usamos a doença em nossas programações existenciais, cada reencarnação, como forma de depurarmos nosso campo energético. Enquanto crermos que a dor é o caminho mais fácil para nossa redenção, seremos escravos dela. O despertar da consciência nos mostra outro caminho para a evolução: o trabalho em prol do bem maior. Assim, temos presenciado, nestes 16 anos, inúmeras curas de doenças auto-imunes, de doenças metabólicas graves em crianças, de casos comprovados de câncer e de problemas corriqueiros, como varizes, problemas de coluna, vitiligo, miopia etc. Também temos visto pessoas que mudam de doença porque não mudam a forma de pensar-sentir-agir. Os limites, bem como as curas, são a soma das partes: paciente-entidades-médiuns.

Em patamares energéticos idênticos, existe diferença entre uma cirurgia espiritual realizada por um ser extraterrestre e um ser dito extradimensional? A diferença está no recurso técnico utilizado, que é essencialmente energético, se levarmos em conta que tudo é plasmado. O Doutor Espanhol é um ser de grande evolução e respeitado pelos nossos amigos extraterrestres. Foi o grande responsável pela Casa do Consolador ter se tornado o que é. Conforme a Shellyana, ele poderia viver em planetas de dimensões superiores, como ela, sem qualquer dificuldade. Mas aqui, ele tem as limitações planetárias.

Qual é o caso mais surpreendente que a senhora poderia revelar para os leitores da Revista UFO, em que ficou evidente um processo de cura durante os trabalhos desenvolvidos na Casa do Consolador? São tantos! Mas posso citar, como um exemplo, o caso do Rogério, hoje trabalhador da Casa, que sofreu uma secção da medula espinhal lombar em decorrência de um acidente automobilístico. Ele chegou à Casa paraplégico e sem esperanças. Hoje, depois de diversas cirurgias com o Doutor Espanhol, anda com o auxílio de uma bengala e atua como médium e professor da escola de médiuns, além de suas atividades profissionais. Outro caso interessante ocorreu quando estava conversando com minha irmã ao telefone, quando ela disse ter sentido um “jato quente” na cabeça. Sua voz ficou pastosa e ela perdeu a coerência. Pedi a ela que chamasse minha sobrinha e corri para lá com outra amiga médica. Levamos cerca de 12 minutos para tal. Encontramos a Regina com desvio da boca, perda de força muscular no lado esquerdo do corpo e perda da cognição. Chamamos a ambulância e o Doutor Espanhol, que a operou. A ambulância demorou bastante para chegar, e quando chegou, minha irmã estava conversando com dificuldade para encontrar palavras, mas já conexa. Havia recuperado a força, a sensibilidade de seu corpo e a boca voltara ao normal.

Foi necessário algum exame posterior para que se determinasse a causa do ataque? Foi feita uma ressonância magnética no dia seguinte, que mostrou uma área de infarto, mas incompatível com o quadro clínico dela.

Algum outro caso para nos relatar? Sim. Temos três pacientes que estavam na fila do transplante, de rins e fígado, e que, após algumas cirurgias com a Shellyana, já não estão mais, tendo recuperado a função renal ou hepática parcialmente, ainda que sem explicações médicas para tal. Há um garotinho que não tem uma parte importante do cérebro, o corpo caloso, que comunica os dois hemisférios cerebrais. Ele era totalmente hipotônico, sem cognição e um caso sem esperanças para os excelentes profissionais paulistanos que o assistiam. O pior eram as três a cinco convulsões diárias que ele sofria. Após a primeira cirurgia extrafísica, ele parou de convulsionar. Hoje, cerca de um ano depois, ele esta dando os primeiros passos, beija a mãe, joga os brinquedos longe e se põe em pé para buscá-los. Faz manha e birra, mas está se comunicando e os médicos que ainda o assistem não encontram explicações, embora a mãe lhes diga o porquê da melhora. Mas lá na Casa estão centenas de pessoas com suas histórias, que podem ser melhores para relatar as curas que tiveram. Aliás, sempre sugiro que falem com elas, porque é sempre bom ouvir da fonte.

Existem outros médicos, além da senhora, participando das atividades desenvolvidas na Casa do Consolador, que são testemunhas de tudo que acontece lá? E nos hospitais em que a senhora trabalha? Sim, na Casa trabalham o doutor Canhoto, já citado, e o doutor Alberto Minami. E muitos outros freqüentam nosso espaço, como pacientes. Meu colega profissional no hospital também é testemunha ocular das curas.

Qualquer entidade proveniente do plano espiritual pode executar cirurgias como as que a senhora descreveu? Ou seja, não precisa ser médico lá “do outro lado” também? Ora, em tudo precisamos ter desenvolvimento de conhecimento. Assim, é natural que se deva ter conhecimento de métodos de cura, bem como de anatomia, fisiologia e patologia para atuar nesta área. Mas temos tantas encarnações que me parece natural compreender que não é obrigatório ter sido médico ocidental para tal. Não podemos nos esquecer dos espíritos de luz de eras antes do advento da medicina ocidental, ou até mesmo da oriental. Contudo, creio que o conhecimento é obrigatório para que se possam atingir os objetivos de cura ou mitigação do sofrimento.

A senhora fala muito em transmutação e desdobramento. O que são? Literalmente, transmutação é a mudança de um elemento em outro, ou seja, é mudança a nível atômico. Todos os seres vivos que aqui permanecerem, necessariamente, terão a mesma mudança atômica, que se refletirá a nível genético. Já o desdobramento é a projeção para além do corpo físico, do perispírito. Pode ser consciente, ou seja, pela vontade e esforço próprio ou inconsciente, muito mais freqüente e comum. A maioria das abduções se dá nesta segunda condição.

No 36º Congresso Brasileiro de Ufologia Científica, ocorrido em maio, em Curitiba, a senhora atendeu e conseguiu estancar uma hemorragia brutal numa mulher idosa que participava do evento, e que expeliu pela boca mais de meio litro de sangue, em uma cena espantosa. O que a senhora fez, considerando as precárias condições de atendimento na ocasião, para que aquela pessoa, quase morta, se recuperasse de maneira tão rápida e saísse andando do centro de convenções? Primeiramente, não posso aceitar um mérito pessoal que é de muitos. Estávamos em cerca de 15 presentes atendendo aquela cena, cada qual com sua forma de ajudar energeticamente. Mas também havia entre nós vários extraterrestres, além da Shellyana. A soma fez o que foi chamado de “milagre” por alguns. Quando ouvi o pedido de socorro médico, por instinto, corri para o lugar, encontrando aquela senhora em estado gravíssimo de choque hemorrágico. Achei que ela iria morrer rapidamente. Pedi uma ambulância e sangue O negativo e todos a levamos para o sofá no saguão, onde poderíamos tentar salvar sua vida. De minha parte, apliquei Reiki, uma técnica que me foi ensinada pela Shellyana, que consiste em “desdobrar” minhas mãos e penetrar no corpo do paciente. Como vi uma úlcera gástrica com uma veia sangrando, pressionei o local com meu “dedo perispiritual”. Vi então um raio de alta voltagem, na cor anil, projetado pela Shellyana atingir a região do vaso e retirei meu dedo.

Todos que assistiram à recuperação tão imediata daquela senhora, em questão de minutos, ficaram mais espantados do que quando a viram expelir todo aquele sangue... Entendo. A senhora estava realmente mal, e mesmo após o tratamento de Reiki ela continuava em choque. O doutor Paulo de Tarso, médico de Manaus que participava do congresso e me ajudou no socorro, a estava monitorando, mas nem aparelho de pressão tínhamos ali. Ele sentiu que o pulso da senhora estava muito fraco. Além do quadro hemorrágico, no transporte atabalhoado que fizemos dela até aquele local, a paciente vomitou mais uma vez e absorveu o próprio sangue, apresentando dificuldade respiratória, que o Paulo e eu percebemos e nos preocupou ainda mais. Ela estava parcialmente sentada, apoiada em meu corpo. A Shellyana me orientou para aplicar Reiki no tórax e no estômago dela. Vi seres com características incas, como são os venusianos, ao lado de outra participante do congresso, Ângela, igualmente atuando a nível perispiritual. De repente, era como se o sangue aspirado para o pulmão houvesse desaparecido, pois o som característico cessara. Ela recuperou rapidamente a consciência e o Paulo chegou a comentar que temia que ela fosse ter um acidente vascular cerebral pelo aumento intenso da pulsação e, conseqüentemente da pressão arterial. Quando a ambulância chegou, nossa amiga estava bem, com pressão arterial de 12 por 6, 92 de pulso, e 97% de saturação de oxigênio. Foi levada consciente e orientada para o hospital. E ainda achou energia para lamentar não ter tirado uma foto com o simpático astronauta brasileiro, que fazia sua palestra naquele instante...

O Marcos Pontes teve um susto gigantesco, como todos os presentes, aliás. Mas, após o seu atendimento inicial que estancou a hemorragia, a senhora foi encaminhada ao hospital. No dia seguinte, soubemos que os médicos que a atenderam lá, após uma endoscopia, verificaram uma cauterização no vaso causador do sangramento. Eles ainda declararam que a cirurgia que a paciente sofrera antes de chegar ao hospital foi bem sucedida. O que ocorreu, em termos médicos, entre a hemorragia e o exame no hospital? E há provas desta cura instantânea? Nosso país carece profundamente de um sistema de informações. Desde a noite do acontecimento, tentei, em vão, conseguir informações da paciente e saber, pelo menos, para qual hospital ela havia sido levada. Não consegui descobrir nem na recepção do Hotel Lizon, onde ocorreu o congresso, nem no SAMU e nem na Prefeitura de Curitiba. No domingo, uma pessoa que estava com a paciente no evento relatou a mim e a vários participantes que a senhora estava bem, em casa, depois de ter permanecido em observação no hospital de destino. Comentaram sobre a endoscopia e a presença de uma úlcera cauterizada no estômago dela, que é um procedimento usual para hemorragias deste tipo. Dificilmente aquela pessoa que nos relatou isso, leiga, poderia inventar o resultado de uma endoscopia. A cauterização do vaso foi feita pelo “raio laser” anil da Shellyana, como costumo dizer. Isto é coerente e já vi este procedimento várias vezes. Contudo, o restabelecimento hemodinâmico apresentado por uma senhora idosa, sem recursos de expansores de plasma, nem drogas vasoativas está além de qualquer possibilidade hormonal do corpo humano. A explicação é extrafísica.

Soubemos também que, 20 dias depois do ocorrido, aquela senhora veio a falecer em decorrência de uma cirurgia necessária, feita duas semanas após o congresso de Curitiba. Um comentário do projeciologista Wagner Borges [Consultor da Revista UFO], também presente no momento, bem como estava o ufólogo e estigmatizado italiano Giorgio Bongiovanni, foi de que ela parecia ter pouco tempo de vida física, ainda que tivesse sido salva naquela hora no congresso. Também tive esta sensação. Conforme informações colhidas, aquela senhora foi liberada do hospital e, no dia seguinte, voltou a se sentir mal, sendo levada de volta para lá. Na confirmação da úlcera, juntamente com uma hérnia de hiato, foi submetida à cirurgia e permaneceu na UTI por 18 dias, vindo a falecer por septicemia.

Há alguma relação de seu falecimento com o ataque sofrido durante o congresso de Curitiba? Gostaria de ponderar o seguinte: o que teria acontecido com este excepcional grupo da Ufologia Brasileira, notadamente Rafael Cury, A. J. Gevaerd e Marco Petit, num momento de máxima exposição, como dito por eles mesmos, se aquela senhora falecesse no meio de um congresso como aquele, com altas patentes militares no palco, um salão lotado de pessoas e até a presença da imprensa, incluindo uma equipe do programa Tribos? Foi devastador o quadro de uma senhora idosa com o peito e o rosto cobertos por sangue morrendo num evento sobre extraterrestres! Cheguei a pensar, como o brigadeiro José Carlos Pereira [Veja edições UFO 141 e 142] me disse também ter pensado, que ela havia recebido um tiro. Assim, a vida dela foi salva de forma incrível, com atuação de gente comum com vontade de ser útil ao bem maior, e de extraterrestres. Tanto aquela senhora merecia receber ajuda quanto os citados “três mosqueteiros” da Ufologia Brasileira – como a Shellyana os chama – não mereciam passar por isto. Creio que a atuação dos extraterrestres foi emblemática. Eles mostraram que podem nos ajudar a encontrar soluções para problemas que julgamos serem insolúveis. Mas, igualmente, que não alterarão nosso destino, pois isso compete apenas a nós.

Existe a possibilidade de entendermos o processo de cura através de intervenções extrafísicas, isso falando em termos de uma ciência mais avançada, que chamamos de “a nova ciência”? Depende apenas de nossa vontade. Inteligência nós temos. Precisamos não ter medo de perder o poder do conhecimento supremo que, mesmo sem termos, julgamos ser possuidores. Somos muito mais do que apenas matéria, que é, na verdade, um corpo de prova. Somos energia que se manifesta ainda em corpos densos. A causa é extrafísica, o efeito é físico. Ora, por que, então, limitar a cura ao efeito, ignorando a causa? Creio até que já passou da hora. Afinal, curas extrafísicas ocorrem há milênios neste planeta. Só falta assumirmos que não somos onipotentes como nos julgamos.

A senhora é considerada uma das precursoras da Ufologia Holística no Brasil, por seu trabalho de cura. Sem sombra de dúvidas, é a maior divulgadora desta disciplina e da necessidade de se saber e aplicar mais tal conhecimento. Mas alguns ufólogos mais ortodoxos ainda refutam para tal prática. O que tem a dizer sobre isso? Sou? Não fazia idéia disso! Sei que sou apenas uma parte infinitesimal num complexo programa de expansão de horizontes da atual raça humana para sua reintegração cósmica. Minha concepção de Ufologia vai além das evidências físicas, como fotografar naves, ir a lugares de pouso etc. Já temos provas mais do que suficientes da presença de ETs entre nós. Da pintura rupestre e inúmeros artefatos espalhados em museus no mundo inteiro, inexplicáveis para os conhecimentos científicos de seus supostos criadores, às maravilhosas filmagens trazidas por Jaime Maussán [Consultor da Revista UFO], feitas recentemente. Ainda assim, a ciência ortodoxa nega a existência de vida fora deste pequeno planeta. É tão tolo isso. Sempre me fixei no contato com as inteligências que constroem essas naves fantásticas. Como são, como vivem, por que vêm aqui, o que querem? Lógico que não estão aqui para tomar cafézinho conosco! Ainda mais lógico que suas aparições correspondam a um plano de estabelecerem contato. Contato com uma raça hostil, assustada e prepotente, mas que pode pôr em risco o Sistema Solar e, assim, a galáxia.

A senhora é daquelas que acredita que a raça humana tenha relevância para as espécies cósmicas que nos visitam? Certamente. Temos, sim, relevância no contexto deles. Talvez, como crianças birrentas, mas, principalmente, como irmãos esquecidos de outros irmãos. Por isso, creio ser fundamental irmos além das evidências tridimensionais, porque a maioria destes visitantes não são assim. É imprescindível fundamentarmos nossos conhecimentos sobre eles, mas não podemos limitar estes conhecimentos ao plano físico. Seria tão pouco útil ao que todos nós almejamos quanto à negação da existência de vida fora daqui. Em planetas evoluídos, ciência e espiritualismo caminham juntos, somando-se. Aqui, isso precisa começar e não há campo mais propício do que a Ufologia.

Nos Estados Unidos, o estudo das abduções alienígenas, implantes e curas com participação de ETs está bem avançado. Cientistas de diversas disciplinas investigam casos de raptos com abduzidos. O californiano Roger Leir [Consultor da Revista UFO] é um médico especialista em retirada de implantes, tendo publicado aqui o livro Implantes Alienígenas [Veja código LIV-011 da coleção Biblioteca UFO na seção Shopping UFO desta edição]. A estudiosa Virgínia Aronson é outra a tratar do assunto, tendo também publicado no Brasil o livro Curas Médicas por ETs [Educare, Ano 2001]. Ambos têm grande aceitação pela Comunidade Ufológica Mundial. O que a senhora acha que falta para que este estudo mereça mais atenção e menos crítica na Ufologia Brasileira? Falta interesse desta comunidade em saber a fundo a questão e, sobretudo, lucidez. Precisamos embasar este estudo em fatos reais. Não se pode negar o que se desconhece nem se ufanizar o que se pensa existir. Se buscarmos o equilíbrio, vamos dar um salto quântico. O interessante é que, nos Estados Unidos, a aceitação de cirurgias espirituais é muito mais discutida do que as cirurgias extraterrestres. Converso sobre isso com meus amigos de lá. Coisas que somente a cultura explica. Tenho muito receio da ufolatria e fico imaginando desavisados se vestindo de prateado e usando antenas como se os ETs quisessem ser uma religião. Não podemos ter medo de perguntar e muito menos de sermos argüidos sobre este assunto. Poucos países neste planeta têm as mentes inteligentes que aqui vivem. Por que não somar esforços sem preconceituar? Por que não admitir a possibilidade de que estes seres, tão mais avançados tecnologicamente que nós, possam estar com vontade de nos ajudar em nível de cura? Ora, o conceito de grade energética planetária a se conectar a cada grade energética de cada ser vivente aqui já nos facilita compreender o porquê deles estarem tão interessados em nos convencer da necessidade de autocura, como meio único de cura planetária. Se eles podem pensar assim, por que não aceitamos isso e não nos desarmamos? Por que não nos somamos? Não há o que temer se a meta é aprender. Mas precisamos abandonar os egos.

Com base nos seus contatos com extraterrestres, a senhora estima que poderemos um dia estabelecer contato aberto e definitivo com as civilizações mais avançadas que nos visitam? Sim, mas sei que o contato não será, a princípio, em larga escala. Isso causaria pânico, suicídios, vandalismo etc. O contato já se dá e se dará com grupos preparados para tal, e com o objetivo de troca de informações e cooperação, cuja finalidade é o planeta Terra e, na seqüência, o Sistema Solar. Mas como é preciso que a ação se dê em nível global, o “Projeto Terra” – como alguns deles chamam – tem um cronograma em curso que prevê os avistamentos, as comunicações através dos círculos ingleses, cujo código ainda precisamos decifrar, e os contatos. Estes, inicialmente, se darão em nível extrafísico e, em futuro próximo, fisicamente. Precisamos ter em mente que nem todos os nossos visitantes são pacíficos e fraternos. Existem também os meramente científicos, cujo objetivo é a pesquisa, e os bélicos, que estão aqui há muito tempo. Mas a comunicação com a “comunidade cósmica” não tarda. Depende fundamentalmente de termos olhos para ver, ouvidos para ouvir e mente capaz de se projetar além da realidade tridimensional.

Fonte da informação: Portal UFO

PALESTRA EM VÍDEO

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do blog Pistas do Caminho

terça-feira, 18 de agosto de 2009

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Gravação mostra diálogo de suposto piloto com a torre de Manaus

Nos dias 26 e 27 de junho deste ano, avistamentos de objetos luminosos voadores aconteceram em vários pontos de Manaus e em cidades próximas principalmente do outro lado do rio, mas um fato interessante ocorreu quando os aviões começaram sem motivo aparente a arremeter o pouso do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes em Manaus.

O Aeroporto de Manaus é singular, a área de aproximação é pelo rio e a área de escape é no meio da pista. Isto faz com que os aviões ao decolarem passem alto e distante das casas próximas, mas quando a aproximação é ao contrário o barulho dos aviões assustam os moradores, foram essas atividades ruidosas anormais que assustaram os moradores na madrugada do dia 26 de junho deste ano.

Muitos ao saírem para as ruas e olharem para o céu viram não apenas os aviões, mas também objetos luminosos, e isso foi parar nos programas de radio e de TV que relataram desvios de aeronaves para o Aeroporto "Ponta Pelada".

Neste mesmo dia 26 à noite muitos curiosos ficaram observando os céus amazonenses devido a pessoas de outros pontos da cidade e de cidades vizinhas terem telefonado para um programa de rádio relatando os avistamentos.

Nesta noite, um radio amador afirmou ter captado uma conversa entre a torre e o piloto de um vôo da gol.

Escutem agora o áudio que o rádio amador disse ter gravado naquele dia:


sábado, 18 de julho de 2009

NOSSAS CONEXÕES COM GOLFINHOS E ETS

NOSSAS CONEXÕES COM GOLFINHOS E ETS

Uma mensagem escrita por Joan Ocean

Sky Island Ranch, Big Island, Hawaii - 2005

Durante quase trinta anos, os golfinhos têm sido uma parte de minha vida. Temos desfrutado nados diários em um ambiente que foi uma vez alienígena para mim - o oceano. Como uma não-nadadora, em 1975, eu entrei em seu mundo por causa dos meus sentimentos de amor por eles. Eu aprendi a flutuar na superfície de seu mundo aquoso e me comunicar através de sons e músicas. Eu usei as minhas habilidades telepáticas para lhes enviar o meu pensamento e o meu sonar de terceiro olho para localizá-los no oceano. A partir deste dia, praticamos a alegria de mudar de forma, da confiança mútua e partilha da essência espiritual de nossas personalidades e corpos energéticos. Juntos, entramos na "consciência do golfinho" e viajamos para o nosso futuro comum.

Experimentamos viagens fora do corpo, curas físicas e emocionais, ensinamentos espirituais, atemporalidade interdimensional, intervenções verticais em um mundo linear, invisibilidade, desmaterialização, contato com seres não-físicos e comunicação com nossos simpáticos extraterrestres de distantes planetas de luz. Nós dançamos livre do véu do esquecimento. Estou acalentada pelo maravilhoso senso de humor e sabedoria deles. O seu maior atributo é a alegria que trazem para tantas pessoas à medida que nadamos juntos na beleza da natureza, desimpedidos dos cuidados mundanos e possessões.

Agora estamos em contato com os vizinhos dos Golfinhos, os Seres de Luz de outras realidades. Estes são habitantes de outros planetas e estrelas, de outros planos de existência. Eles exalam todas as mesmas, puras e gentis qualidades dos golfinhos. Eles são orientados em grupo, amorosos, divertidos, inteligentes, multidimensionais, os mestres de seus poderes pessoais e de grupo. Eles vivem em cooperação e altruísmo a partir de seu núcleo dentro de uma profunda consciência das leis universais. Eles nos reconciliam, lembrando e ativando o nosso DNA interdimensional. Eles são os nossos queridos e amáveis amigos tal como os golfinhos o são.

Começamos agora a fazer contato sério com nossos amigos extraterrestres. Por muitos anos temos meditado, enviado e recebido mensagens destes Seres de Luz. Conscientes da sua presença, encontramos inspiração e conforto na sua proximidade conosco. Embora ainda estejamos confrontados com muitas imagens negativas promovidas por inconscientes Terráqueos, avançarmos para além desta propaganda de medo para encontrar extraterrestres benevolentes que cuidam de nós, que têm inteligência e tecnologia para nos ajudar e irão ajudar ou deixar-nos em paz de acordo com nossas escolhas.

É hora de fazermos uma escolha. A Terra já não pode suportar os danos ao seu ecossistema e seu sistema neurológico. Ela vai mudar a forma para recriar um novo organismo. Será que a humanidade será compatível com a nova forma da Terra? Será que seus representantes eleitos o representam realmente? Eles têm construído domicílios subterrâneos para si próprios. Não se deixe enganar pela pletora de distrações estabelecidas a você nos programas de notícias em todo o mundo. Estes se destinam a mantê-lo ocupado enquanto uma outra história se desenvolve em lugares escondidos. No entanto, esta “história” é do mundo secular e não vai ditar a verdadeira natureza da realidade superior onde a Verdade reside.

As profundas comunicações com nossos parentes ETs têm aumentado. Ao longo dos anos, há mais e mais trabalhadores da luz sobre a Terra que percebem que estão aqui para serem os mediadores entre as populações da Terra e as civilizações de ETs. Eles estão prontos para cumprir o seu papel agora. Essas pessoas especiais têm um profundo entendimento inerente às culturas ETs e eles são capazes de comunicar os méritos de nossa sociedade que se une para o bem de todos.

A todos vocês que ressoam com esta mensagem, peço para me contatar no Havaí para deixar-me saber que você está aí e que estamos em comunicação. Muitos de vocês encontraram comigo em Seminários. A maioria das pessoas que se sentem atraídos por golfinhos e baleias são pessoas de coração-centrado que são catalisadores da mudança no seio da população geral. Vocês são os que se originam a partir de sementes estelares a partir dos belos sistemas galácticos em torno da Terra e você sabe por que está aqui. Você tem aguardado pacientemente o seu tempo para servir a humanidade. A sua hora chegou!

Vamos nos reunir para discutir sobre os contatos em curso e estudar como melhor podemos servir Gaia e a humanidade à medida que a realidade da Presença de ETs na Terra entra em consciência global.

Com amor sempre,

Joan

ETs e Golfinhos

QUEM SÃO OS EXTRATERRESTRES?

Quando eu uso o termo ET, estou falando sobre formas de vida sencientes e conscientes que estão vivendo ou vibrando além da habilidade média humana para vê-los e que vivem num campo energético de luz que é benevolente, compassivo e ligado à maior e refinada Luz ou Fonte. Esta Grande Luz se presta a expansão da vida em um nível universal por uma questão de continuar a evolução em freqüências mais altas de consciência conhecidas como Amor. Estes seres podem viver nos oceanos da Terra, no subsolo e no interior da Terra.

Minha definição de ET não inclui clones ou robôs ou aviões de controle remoto que não têm vontade própria. Não estou incluindo as almas perdidas que fazem indesejável residência em alguns seres humanos. Não estou falando de projeções na mente com visões holográficas que têm sido artificialmente induzidas para fins anti-éticos.

COMO VOCÊ PODE PERCEBER A DIFERENÇA?

Por sentimentos.

Se sentir medo ou se sentir mal-tratado, você certamente teve contato com uma fonte que não é um amigo espiritual ET.

Durante os meus contatos ETs, sinto-me inspirada e cheia de amor. É tão maravilhoso como nadar com golfinhos. Estou ansiosa para continuar os contactos com esses ETs amigos à medida que minha vida se expande de forma positiva e compassiva. Sendo amiga destes seres interdimensionais inteligentes e fascinantes, o meu entendimento sobre eles cresce. À medida que eu aprendo mais, eu vou compartilhar com você minhas definições expandidas de quem eles são.

Em 1988, depois de passar muitos anos viajando e compartilhando informações sobre golfinhos, eu estava pronta para me acomodar numa casa por um tempo. Eu recebi uma mensagem inspirada que me disse que eu iria encontrar ETs em pessoa, em corpos físicos, se eu escolhesse me deslocar para as Ilhas Havaianas. Logo depois, alguém me ofereceu uma casa de frente ao mar para alugar no Havaí e eu aceitei a oferta.

Vivendo no Havaí e me comunicando com os golfinhos, eu percebi que estes eram os ETs na Terra em um corpo físico. Eles não vivem em terra firme, eles vivem em uma realidade alternativa - o oceano. Eu decidi que estes devem ser aqueles que eu estava predestinada a encontrar.

Cinco anos mais tarde, fui contatada pelos meus amigos galácticos das naves estelares Arcturianas que estão auxiliando a Terra agora. Solicitaram minha presença num conselho espiritual. Uma amiga minha da Inglaterra, Elaine Thompson, voou para o Havaí para encontrá-los comigo. Pedimos por seus contatos como tinha sido pré-programado e tivemos uma experiência com os mesmos em que fomos autorizadas a visitar o veículo de luz ET que muitas vezes paira entre as nuvens sobre o Havaí. Eu tinha tido contato com seres sirianos no passado (como explicado no meu primeiro livro, Conexão Golfinho). E agora isto.

Eu rapidamente percebi semelhanças entre a minha comunicação com os golfinhos e estes radiantes ETs. Os golfinhos e baleias estão na Terra por suas próprias razões e isto está descrito em meu livro, Golfinhos no futuro. Além disso, eles estão ajudando as pessoas a atualizar seus potenciais como seres de luz multidimensionais. Para fazê-lo, os golfinhos entraram em nossa consciência e nossa história através de uma janela temporal. Eles estão nos lembrando de nossos corpos de energia estendidos que são cósmicos por natureza enquanto estamos em corpos físicos da Terra.

AS SEMELHANÇAS ENTRE CONTATOS DE GOLFINHOS E CONTACTOS ETS

1) Os Golfinhos estão nos chamando para o seu ambiente. Eles querem nos encontrar por lá. Indo para o mar, estamos entrando num ambiente novo e desconhecido, estamos num meio onde as vibrações são amplificadas, estamos interagindo com seres que são diferentes do que somos. Trata-se de seu território, e nós somos os visitantes. Isto nos auxilia a entrar nestes reinos desconhecidos e descobrir imensa beleza e sabedoria.

Com os meus amigos ETs, estas experiências também estão ocorrendo. Estamos entrando em seu ambiente de alta freqüência que é diferente do nosso tridimensional e estamos encontrando seres que não se parecem conosco e que possuem diferentes necessidades e comportamentos. Ainda assim, reconhecemos o parentesco e o amor entre nós.

2) Inicialmente, as pessoas não veem os golfinhos no oceano. Golfinhos nadando calmamente num grupo podem ser indetectáveis. Quando você não está familiarizado com o formato de suas barbatanas dorsais, você pode pensar que está olhando para ondas ou tampas brancas. Frequentemente, eu tenho dito às pessoas: “O mesmo se aplica aos ETs”. As pessoas não podem ver as naves no céu e no oceano. Elas olham e retesam os seus olhos tentando ver um veículo metálico: sua idéia do que uma nave espacial poderia parecer. Parece que nada há lá. É bom manter-se olhando para os céus. Eventualmente, você verá mais. Como os Arcturianos disseram, a densidade deles é diferente da nossa. Os veículos deles são mais leves e de composição diferente. Estes veículos aparecem frequentemente como nuvens em nosso céu. À medida que você os reconhece, eles respondem a você.

Eu ouvi as pessoas dizerem: “As estrelas não estão lá fora esta noite”. Na verdade, as estrelas estão sempre lá esteja nublado ou não. Mas não podemos vê-las sempre. Esta é uma boa analogia.

3) O medo irá mantê-los afastados. Muitas pessoas adoram os golfinhos e querem encontrá-los. Entretanto, em minhas experiências, eu conheci pessoas que também estão um pouco nervosas em encontrar estes grandes, musculares mamíferos com uma boca cheia de dentes e que vive num ambiente não familiar a nós. Corajosamente, as pessoas entram na água seguindo os seus sentimentos de amor pelos golfinhos. Se os golfinhos sentem que as pessoas estão com medo deles, eles irão solicitamente manter a distância. Eles irão circular e vigiar as pessoas, usar o seu sonar e sondá-las. Mas, eles não se aproximarão do nadador até que a pessoa peça a eles para vir, consciente ou inconscientemente. Eu testemunhei este comportamento muitas vezes.

É o mesmo com nossos ETs amigos. Eles não querem instigar mais medo em nossa presente sociedade já baseada em medo. Eles irão manter a distância até que as pessoas estejam verdadeiramente prontas para fazer contato. Dizendo isto, é importante lembrar aos leitores que os ETs são aptos a nos entender muito bem – talvez até mesmo melhor do que entendemos a nós mesmos. Eles estão cônscios de que a humanidade vive num mundo multidimensional e que o que vemos e reconhecemos no nível de terceira dimensão é uma mera fração de nossa realidade maior.

Muitas vezes, com as pessoas que encontrei e aconselhei, as pessoas pediram o contato ET em um nível e então se esqueceram deste contato no nível 3D. Os ETs estão esperando por nós para reivindicar a nossa herança galáctica e se comunicar com eles.

4) Eles parecem estar além do alcance. Algumas vezes, as pessoas que veem aos meus seminários para encontrar os golfinhos tem um mal-entendimento sobre o que esperar. Eles viram o famoso “Golfinho Flipper” mostrado na televisão e eles pensam que nós vamos segurar na barbatana de um golfinho e ser levado para um passeio. Os golfinhos com os quais eu trabalho não estão desejando fazê-lo. Se você se estende em direção a eles, eles irão sair nadando.

Eu posso entender o desejo das pessoas que amam os golfinhos em querer abraçá-los, tocá-los e olhar direto em seus olhos. Este é o modo como nós, humanos, interagimos com as pessoas que amamos em terra firme. Os golfinhos se aproximaram de nós em nossos estados de sonhos, em nossas meditações. Nós nos sentimos próximos deles. E ainda, os golfinhos de nado livre ficam fora de alcance. Lendo nossas mentes, eles se afastam se pensarmos em tocá-los.

Os amigos ETs se comportam de formas similares. Frequentemente, as pessoas pedem a eles para vir, para aterrissar em seus jardins e os levarem a bordo. E ainda, os ETs ficam fora de alcance, parecem fora de visão também. Nós temos ouvido algumas pessoas que tem tido sucesso em se comunicar e receber um sinal ou mensagem em retorno. Mas em geral, muitos pedidos para confirmação de sua presença não estão a chegar. Assim como os golfinhos, eles estão nos oferecendo uma oportunidade de expandir nossas mentes e corações para seu mundo, para se mover além dos 5 sentidos e adentrar uma nova consciência que é preenchida com Alegria e Paz. Eles sabem que podemos fazê-lo, e eles estão esperando por nós para se comunicar e interagir em níveis mais elevados.

5) Os golfinhos estão esticando as nossas mentes com novas possibilidades. Pessoas que nadam entre golfinhos livres estão certamente mudadas e nutridas pelos encontros. Depois de passar o tempo nos oceanos e nos seminários, estas pessoas usualmente fazem mudanças para melhor em suas vidas. Os seus valores mudam, elas liberam sistemas de crença programados e pensam por si próprias. Elas sentem uma vez mais sua conexão com a natureza e querem viver uma vida mais simples. Em muitos aspectos, elas querem imitar os golfinhos.

Em contatos com ETs, as pessoas também experimentam a mudança. A sua realidade tridimensional material parece restrita e não-inspiradora comparada com o mundo dos seres de luz. Estas pessoas gostam de passar mais tempo nas freqüências mais elevadas onde o significado da vida se torna claro e a harmonia pacífica é a norma.

6) Os golfinhos os encorajam a deslocar para além dos 5 sentidos. Eles estão nos seduzindo para novas realidades. Eles sabem que nós já somos bons em ver, cheirar, tocar, ouvir e saborear. Agora, eles nos revelam habilidades avançadas tais como: como usar o nosso sonar, como ativar a nossa telepatia, como fazer imagens com som, como mudar a forma e fundir mentes.

Os ETs também estão nos auxiliando neste caminho. Á medida que passamos mais tempo com eles, estamos aptos a entrar em frequências mais elevadas de luz, estamos aptos a nos comunicar telepaticamente, a transcender as limitações do espaço-tempo, a viajar no tempo e reavivar as nossas memórias de quem somos. É uma interação muito excitante e luminosa.

7) Ambos os ETs e os golfinhos usam o poder da mente grupal para se comunicar. Este é um método de comunicação em que a informação é partilhada abertamente com todos do mundo ou grupo, simultaneamente. Não há segredos, nenhuma ordem escondida, nenhuma opinião oposta nestas transmissões. O que é conhecido por um, é conhecido por todos. Todos na comunidade têm o melhor do grupo todo em mente. Em transmissões deles, eles se referem a si mesmos como “nós”. Entretanto, eles também mantêm a sua individualidade. Eles podem se fundir com a mente de grupo sem “se perderem em outra pessoa” ou eles podem ser entidades separadas. Eles são autônomos.

8) Nós confiamos neles. Quando você se torna amigo dos golfinhos e baleias, você confia neles. Você sabe que são criaturas gentis que têm uma sociedade diferente da qual temos. Ela não inclui guerras, agressão, competição, possessividade, ressentimentos, julgamentos ou raiva. Eles são gentis com outros e conosco. Os ETs que conheço são da mesma forma. Eles irradiam um campo amável de energia. Eles estão interessados em nós e, em alguma forma, sentem-se como nós assim como nós sentimos os golfinhos... amáveis, curiosos e protetores. Sentimo-nos seguros com eles.

9) Imaginação acústica. Os golfinhos, baleias e a maioria dos ETs que conheço têm uma linguagem tonal. Eles podem usar o som para criar uma imagem vibracional em sua mente. Quando você não pode entender através de transmissão de pensamentos, eles estão aptos a mandá-lo uma imagem holográfica para explicar melhor o conceito que estão partilhando. Eles são bastante sensíveis à vibração e podem ouvir muito mais do que podemos.

10) O contato com golfinhos e ETs nos muda para melhor. Após estes contatos, as pessoas se tornam mais sensíveis às outras, conscientes das qualidades sencientes de nossa Terra, conectadas aos animais e à natureza, mais interessadas no ser e viver comunitário, familiarizadas aos seus corpos e à sua saúde, conscientes da tensão e de seus efeitos prejudiciais à vida humana e humanitária. A sua existência terrena tem direção e um significado expandido. Elas se sentem autoconfiantes e alegres.

11) Em nossos contatos com golfinhos e ETs, estamos expostos a um estilo de vida que é diferente do nosso próprio. Não somente aprendemos sobre outras culturas e espécies como também começamos a aceitar e até amar as diferenças. Eles não são materialistas, vivem uma vida simples com todas as suas necessidades supridas. Está nos sendo dada a oportunidade de nos juntarmos a eles e experimentarmos outras dimensões, de experimentarmos a bilocação, a viagem ao tempo, ir além da linearidade aos mundos holográficos. Entendemos que nossos corpos são campos biomagnéticos que respondem a outros comprimentos de onda e pensamentos de grupo ou consciência coletiva. Ficamos sensíveis a vários campos vibracionais entendendo como participamos nestes campos com pensamentos, palavras, ações e sentimentos. Aceitando a responsabilidade de sermos co-criadores de nosso mundo, podemos interromper as velhas crenças em “eles” e “nós”. Nós sentimos o amor do Criador por nós e sentimos o nosso amor por todos que existem à nossa volta.

12) Os golfinhos e ETs tem um senso de humor em comum. Em meus contatos estendidos com meus amigos ETs, eu posso relaxar em suas piadas práticas e palavras divertidas de duplo sentido, pensamentos e sincronismos. Frequentemente, as piadas chegam bem através do computador. Eles me mantém rindo! Os golfinhos fazem o mesmo. Quando estou jogando um jogo-de-folha com os golfinhos por horas, eles vão, às vezes, esconder a folha e fingir que não sabem onde está. Eu estou nadando e mergulhando sob as águas tentando encontrar nosso “brinquedo” enquanto os golfinhos agem como se estivessem procurando por ele também. Eventualmente, quando estou completamente envolta em mistério, um golfinho nada até mim, inclina o seu corpo em minha direção e libera a folha, que foi presa embaixo de sua barbatana peitoral. Êxtase e felicidade são seu estado natural de ser.

13) Ambos os golfinhos e os ETs têm consciência da geometria sagrada e seu papel na transmutação de nossos corpos. Eles entendem o uso de freqüências vibracionais, bastões, planos, cumes, espirais e formas específicas para usar como formas de transporte energético entre reinos de luz. As suas conexões aos padrões avançados e freqüências permitem uma larga faixa de existência que excede a descrição linear e o entendimento. Eles sabem como se beneficiar das expressões de energia de Luz, cor, som e geometria sagrada.

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Esta mensagem foi escrita por Joan Ocean.

Traduzida por Thiago Freitas para Anjo de Luz

Email: thiagofb@yahoo.com

Para enviar um e-mail à autora, Joan Ocean, escreva para dolphco@aloha.net

A mensagem original pode ser visualizada no site www.etfriends.com/ETdolphins.html


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